A pergunta veio de um cliente antigo, que trabalhou com a gente há mais de um ano e meio e nos procurou novamente na última semana.

No meio do papo, quando explicamos que nosso modelo de cobrança é simples — um salário por vaga — ele lançou essa dúvida.

E a gente entende. O mercado de recrutamento está cheio de ruído. Tem muita empresa cobrando comissão sobre o salário e, sim, pode parecer que quanto mais alto o salário, melhor para quem recruta.

Mas a Catena não funciona assim. E esse cliente, aliás, é o melhor exemplo disso.

Ele não voltou porque empurramos um salário alto da última vez. Voltou porque o processo funcionou. Porque entregamos os candidatos certos, no tempo certo.

A nossa intenção nunca foi, e nunca será, ganhar nas vagas que a gente faz. A gente cobra um valor fixo por vaga, equivalente a um salário, que está dentro da média do mercado. Mas entrega com diferenciais que quase ninguém oferece: candidatos em até 72 horas e 6 meses de garantia de reposição.

Negócio de retorno, não de margem

A lógica por trás disso é simples: nosso negócio é de retorno, não de margem.

O que a gente mais quer é que a empresa resolva a vaga. E, pra isso, é fundamental que o salário esteja alinhado com o mercado.

  • Se estiver abaixo, a vaga trava. Ninguém clica, ninguém se candidata.
  • Se estiver acima, pode até atrair mais candidatos — mas com um risco enorme de desalinhamento de perfil, expectativa ou fit.

A gente não ganha quando o salário aumenta. A gente ganha quando a vaga é resolvida. Quando o cliente resolve — e volta.

O sucesso da Catena não está nas vagas pontuais. Está na construção de parcerias que duram. Não queremos ser a empresa que resolve aquela vaga difícil. Queremos ser a primeira escolha sempre que surgir qualquer vaga.

Escrito por Ricardo

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