Essa frase está por toda parte. Em sites institucionais, relatórios de gestão, apresentações de pitch. De empresas da Fortune 500 ao comércio da sua rua, todo mundo repete o mesmo mantra: "Nossas pessoas são nosso maior ativo."

Mas será que é verdade? Ou melhor: será que a gente age como se fosse?

Essa semana, um cliente nos disse que “não tem tempo para ficar conversando com candidatos.” A frase não veio com má intenção. Mas revela um padrão mais comum do que parece.

Tem muita empresa que investe mais tempo negociando o fornecedor do café do que escolhendo o próximo gestor da equipe. Que diz valorizar pessoas, mas não dá feedback nem para os finalistas.

O tempo dirá a verdade

Segundo a Gallup, apenas 12% dos funcionários acreditam que suas empresas fazem boas contratações. E a Leadership IQ mostrou que 46% das novas contratações falham em até 18 meses.

Isso não é por falta de técnica, mas por falhas de atitude, alinhamento ou comportamento. Coisas que só aparecem com um pouco de tempo e atenção.

Na Catena, a gente acredita que o que é terceirizável, deve ser terceirizado: Buscar, selecionar, pré-avaliar e pré-entrevistar candidatos é terceririzável.

Mas nenhum talento se revela num PDF ou numa planilha. É na conversa que a mágica acontece. E, se você não dedica tempo a isso, talvez o problema não seja de recrutamento.

Talvez seja de coerência. Ou alinhamento de prioridades.

Escrito por Ricardo

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