Outro dia, em uma conversa com um cliente nosso, um escritório de advocacia, surgiu um caso interessante. Eles estavam contratando coordenadores e, no briefing, ouvimos: “Seria ótimo alguém que já tenha passado pelos escritórios X, Y ou Z”.

A tentação faz sentido. São escritórios grandes, conhecidos e referência no setor. Mas aí mora o problema.

Quem passou por lá, na época, era 100% operacional. Nunca coordenou ninguém. E o que o cliente precisava era justamente de um gestor.

Esse tipo de descompasso não é raro.

Vemos isso bastante em startups: querem trazer gente de empresa grande. Só que, na empresa grande, a pessoa fazia só a parte dela. Na startup, precisa fazer de tudo um pouco.

E o contrário também acontece. Aquela pessoa super proativa, que brilha em um ambiente pequeno, pode se sentir engessada em uma estrutura maior.

O contexto importa mais que a grife

É fácil cair na armadilha do “nome no currículo”. Mas o que realmente importa é o quanto essa experiência conversa com a realidade da sua empresa.

Na Catena, sempre batemos nessa tecla: currículo conta, claro. Mas contexto e aptidões contam muito mais.

Escrito por Ricardo

Post Anterior Voltar ao Blog Próximo Post