Essa semana ouvimos de um cliente em potencial um relato curioso: após migrar para o híbrido, receberam feedbacks de colaboradores que não entendiam “o que realmente significa trabalhar aqui”.

Cultura não nasce de slogans na parede. Ela surge das interações diárias, formais ou informais.

No presencial, isso acontece naturalmente: café, almoço em grupo, conversa de corredor. O trabalho remoto, ou híbrido, muda esse processo.

A cultura não some, mas exige esforço intencional. Sem isso, a conexão entre as equipes se enfraquece.

Dados recentes mostram isso

Uma pesquisa da EY no Brasil apontou que apenas 16% dos colaboradores preferem trabalhar presencialmente e muitos citam a perda de propósito ou sensação de pertencimento como motivo de desconforto.

Outra levantamento da Gartner revelou: 45% dos funcionários relataram sentir-se menos conectados com os valores da empresa após migrarem para o remoto total.

Em empresas que fortalecem cultura digitalmente, a diferença é palpável. Relações mais transparentes, comunicação mais frequente, encontros estratégicos, online ou presenciais, valorizam o vínculo, mesmo à distância.

Não é a ausência do escritório que destrói a cultura. É a ausência de estratégia.

O futuro do trabalho exige líderes conscientes, que cultivem pertencimento em qualquer formato.

Como sua empresa está cuidando da cultura fora das paredes físicas?

Escrito por Arthur

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