O trabalho remoto trouxe ganhos claros: mais sono, mais tempo livre, mais qualidade de vida. Mas também trouxe algo que poucos falam: a solidão.
Sem café compartilhado, sem conversa de corredor, sem a risada no almoço, a rotina se torna mais silenciosa. E muitos profissionais sentem falta dessa conexão humana.
Isso não é só sensação.
É fato.
A Microsoft revelou que 43% dos profissionais se sentem mais sozinhos desde que migraram para o remoto. E um estudo da Gallup mostrou que funcionários isolados têm duas vezes mais chance de se desligar da empresa no ano seguinte.
O caso do iFood demonstra na prática: mesmo sem obrigatoriedade, muitos colaboradores escolhem ir ao escritório alguns dias da semana. Não pelo controle, mas pelo prazer de conviver.
Profissionais são diferentes
Têm perfis e expectativas distintas. Alguns prosperam sozinhos. Outros precisam da energia do coletivo.
Não existe modelo único. Mas existe um consenso: liberdade aumenta engajamento.
A PwC mostrou que 64% dos colaboradores acreditam que poder escolher onde trabalhar fortalece seu comprometimento.
Flexibilidade não é só benefício: é estratégia de retenção.
O futuro do trabalho não é remoto nem presencial. É adaptável.
Sua empresa está pronta para oferecer essa flexibilidade?
Quer discutir formas práticas de equilibrar conexão, liberdade e performance?
Escrito por Arthur